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	<title>Sabado &#187; Diversos</title>
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	<description>Um dia de Esperança</description>
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		<title>Sábado: dia de contato com a razão da esperança verdadeira</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 16:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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Na modernidade, o cristianismo estava ameaçado de extinção. Se o homem era capaz de alcançar realização através do conhecimento, a religião se tornava dispensável. Aliás, como confiar naquilo que parecia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.sabado.org/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/557.jpg&amp;w=60&amp;h=&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p><a rel="attachment wp-att-558" href="http://www.sabado.org/sabado-dia-de-contato-com-a-razao-da-esperanca-verdadeira/sabado-posmodernismo/"><img class="alignleft size-full wp-image-558" title="sabado-posmodernismo" src="http://www.sabado.org/wp-content/uploads/2010/02/sabado-posmodernismo.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a>Na modernidade, o cristianismo estava ameaçado de extinção. Se o homem era capaz de alcançar realização através do conhecimento, a religião se tornava dispensável. Aliás, como confiar naquilo que parecia um conjunto de fábulas pertencentes a uma era pré-científica? O racionalismo desbancou a fé. Entretanto, a modernidade falhou. O clima otimista inaugurado pela modernidade perdeu seu ímpeto depois das I e II guerras mundiais (1914-1918 e 1939-1945, respectivamente). A busca por um conhecimento integrado passou a ser vista com desconfiança. A própria credibilidade da ciência ficou abalada. Em contraponto à era Moderna, surgiu outra mentalidade, conhecida como Pós-Modernidade.</p>
<p>Em comum com a Modernidade, entende-se que vivemos em um mundo físico sem possibilidade de qualquer intervenção sobrenatural; mas, ao contrário da confiança irrestrita na Ciência, a mente pós-moderna assume a impossibilidade de conhecermos algo de forma absoluta, seja por meios científicos ou através de alguma outra atividade humana. O conhecimento é encarado como mera convenção, usada por estruturas dominantes da sociedade ou como uma ficção útil, na esfera da comunidade. Logo, a verdade é apenas a que sirva à comunidade, sem se levar em conta se ela é lógica, ou corresponde à realidade. Em outras palavras: a verdade não precisa ser verdadeira!</p>
<p>É claro que a Pós-Modernidade possui inúmeras contradições internas, sendo uma delas o nivelamento de todos os sistemas religiosos, como se fossem equivalentes. A História (que os pós-modernos rejeitam como forma de conhecimento objetiva) já provou que mentalidades diferentes produzem experiências humanas diferentes (isso, ninguém pode contestar). Muitas das conquistas do Ocidente se devem à mentalidade cristã, que, entre outras coisas, produziu profunda valorização do ser humano, como alguém feito à imagem e semelhança de Deus. No centro da perspectiva moral cristã, se acham os dez mandamentos.</p>
<p>No século XXI, o maior desafio para quem queira seguir os 10 mandamentos (Êxodo 20) é colocá-los na perspectiva que a própria Bíblia lhes dá – eles não são verdadeiros tanto quanto qualquer código moral que se ache em outras literaturas religiosas, como o Livro dos Vedas, o Corão ou os escritos do Dalai Lama. A Bíblia é um livro exclusivista. Deus é, em Pessoa, a Verdade (Êxodo 34:6; Jeremias 10:10). Jesus Se declarou como sendo “o caminho, a verdade e a vida” (João 14:6). E os Seus mandamentos também são a verdade (Salmo 119:142).</p>
<p>Ao pensarmos no sábado, o quarto mandamento da Lei de Deus (Ex 20:8-11), temos de encará-lo não como um dia de serviço religioso. Ele é mais do que isso. É o tempo real ordenado por um Deus que existe e Se comunica conosco dentro desse tempo.</p>
<p>O Pós-modernismo, com suas contradições e incertezas, falha em dar base para as esperanças humanas. Nesse ponto, se torna ainda mais necessária a obediência ao quarto mandamento, que estabelece um vínculo entre a realidade humana, temporal, com o Deus eterno, autor da Esperança (1ª Pedro 1:3). A cada sábado, estamos em contato com Deus de forma especial, usufruindo dAquele que é a Verdade – e a Verdade Verdadeira.</p>
<p><strong>Douglas Reis</strong> &#8211; formado em teologia, mantenedor do blog <a href="http://questaodeconfianca.blogspot.com/">http://questaodeconfianca.blogspot.com</a> e escritor.</p>
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		<title>As Três Mensagens Angélicas</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 13:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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L. James Gibson
O ano de 1844 foi um ano importante. Os mileritas experimentaram o Grande Desapontamento, levando a um completo re-estudo das profecias relacionadas ao segundo advento. A crescente compreensão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.sabado.org/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/473.jpg&amp;w=60&amp;h=&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p><a rel="attachment wp-att-474" href="http://www.sabado.org/as-tres-mensagens-angelicas/mensaje3angeles1-526x362/"><img class="alignright size-medium wp-image-474" title="mensaje3angeles1-526x362" src="http://www.sabado.org/wp-content/uploads/2010/02/mensaje3angeles1-526x362-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></p>
<p>L. James Gibson</p>
<p>O ano de 1844 foi um ano importante. Os mileritas experimentaram o Grande Desapontamento, levando a um completo re-estudo das profecias relacionadas ao segundo advento. A crescente compreensão da Bíblia que resultou daquele estudo levou ao estabelecimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Naquele mesmo ano, Charles Darwin completou um resumo de suas referências sobre a evolução através da seleção natural. Ele o chamou de um abstrato, mas era muito mais do que um livreto. Contudo, Darwin não publicou seu &#8220;abstrato&#8221; naquele ano. Em 1844 também, Robert Chambers publicou anonimamente o livro <em>Vestiges of the Natural History of Creation</em>. Esse livro especula abertamente sobre a possibilidade de uma mudança evolucionária em longos períodos de tempo. Foi dito que este livro causou maior impacto no público do que o livro de Darwin uns 15 anos depois. A reação do público foi tão intensa à obra de Chambers que Darwin segurou seu livro por mais 15 anos.</p>
<p>A ironia aqui é obvia: o nascimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia, com sua ênfase na criação bíblica em seis dias, coincidiu como a apresentação pública do pensamento evolucionário. Isto foi uma coincidência? Creio que não.</p>
<p>Os adventistas do sétimo dia se consideram comissionados a apresentar uma mensagem especial ao mundo, chamada &#8220;As Três Mensagens Angélicas&#8221; de Apocalipse 14:6-12. Nosso propósito aqui é explorar o significado dessas mensagens e sua relação com a doutrina da criação.</p>
<p><strong>O Primeiro Anjo</strong></p>
<p>O contexto de Apocalipse 14 indica um cenário escatológico, prensado entre a perseguição apresentada nos capítulos 12 e 13 e a &#8220;colheita&#8221; do final do capítulo 14. Os adventistas compreendem que as três mensagens angélicas de Apocalipse 14 representam o movimento final preparando o mundo para a segunda vinda de Cristo. Os Adventistas do Sétimo Dia esperam desempenhar uma função importante na proclamação dessas mensagens. Consequentemente, precisamos compreender o que elas dizem.</p>
<p>Essas três mensagens estão em sequência, pois entre elas, existem elos subjacentes. Um elo é a doutrina da criação conforme foi registrada por Moisés; outro elo é a justificação pela fé. A igreja não pode alcançar êxito na pregação das três mensagens angélicas sem fé no relato bíblico da criação, que é fundamental para essas mensagens e indispensável para a nossa missão.</p>
<p>O primeiro anjo, (Ap 14:6) é descrito como tendo o &#8220;evangelho eterno&#8221;. O evangelho é as boas novas da salvação, que é necessário devido à queda do homem. A história da criação forma a base para compreender essa queda: &#8220;Assim, pois, todos os que pecaram sem lei também sem lei perecerão; e todos os que com lei pecaram mediante lei serão julgados&#8221; (Rm 2:12, cf 1 Tm 2:13-14).</p>
<p>A mensagem do primeiro anjo consiste em duas partes. A primeira parte é (parafraseada): <em>&#8220;Temei a Deus e dai-lhe glória, por causa do julgamento.&#8221;</em> Essa mensagem foi enfatizada no início da história do adventismo, nas doutrinas do juízo investigativo e executivo. A segunda parte é (novamente parafraseada): <em>&#8220;Adorai Aquele que criou.&#8221;</em> Na escrita hebraica, a mesma idéia era frequentemente expressa duas vezes, usando diferentes palavras. Este é um modo de enfatizar um ponto. A primeira mensagem angélica pode ser tratada com tal paralelismo:</p>
<p><em>Temei a Deus e dai-lhe glória, por causa do julgamento, </em></p>
<p><em> Adorai a Deus </em>por causa da <em>criação.</em></p>
<p>Temer a Deus é reverenciá-Lo, e implica a adoração:</p>
<p>&#8220;Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor?</p>
<p>Pois só tu és santo;</p>
<p>por isso, todas as nações virão e adorarão diante de ti,</p>
<p>porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos.&#8221;</p>
<p>Apocalipse 15:4</p>
<p>O julgamento é um dos atos de justiça de Deus. Para muitos, a ênfase no julgamento não parece ser boas-novas. Porque deveríamos considerar a vinda do julgamento como &#8220;boas novas&#8221; (evangelho)? E qual é o relacionamento da criação e das boas novas? Vamos considerar estas perguntas ao examinarmos o paralelismo no texto.</p>
<p>&#8220;Temer&#8221; a Deus significa dar-Lhe reverência, ou adorá-Lo. Esta é a primeira parte do paralelismo. Deus é digno de adoração porque Ele é tanto Criador como Juiz. &#8220;Tu és digno, Senhor e Deus nosso,&#8230; porque todas as coisas tu criaste&#8230;.&#8221; (Ap 4:11). Ser o Criador demonstra a autoridade de Deus e dá a Ele o direito (responsabilidade?) de julgar.</p>
<p>Qual é o paralelismo entre julgamento e criação? Quem é o Criador? Quem é nosso Juiz? Foi Jesus quem nos criou, e quem estará conosco também no julgamento. As boas novas (evangelho) é que a criação e a redenção estão unidas em Jesus Cristo. Jesus é o nosso Criador (João 1:3) bem como nosso advogado no julgamento (1 João 2:1). Deus tanto nos criou como nos salvou através de Jesus (Cl 1:13-17). Devido a este relacionamento, o julgamento é boas novas para o Cristão.</p>
<p>Apesar de ser muito defendido pela igreja, o aspecto referente à criação nas três mensagens passou a receber a mesma atenção dada ao conceito do julgamento, apenas no início da história da nossa igreja. Havia menos necessidade de enfatizar Deus como Criador porque virtualmente todos os cristãos aceitavam o relato bíblico da criação, o que agora já não é uma realidade.</p>
<p>A história bíblica da criação é que o ser humano foi criado perfeito, à imagem de Deus. Devido à sua própria escolha errônea, caiu em pecado. Deus não poderia simplesmente desculpar seu pecado e permanecer justo, então, o próprio Deus, na pessoa de Jesus Cristo, veio a terra morrer em nosso lugar. Assim, Deus poderia ser justo e justificador de todo aquele que crê (Rm. 3:26). Isto significa que a salvação vem pela graça. (Ef 2:8).</p>
<p>O julgamento da humanidade está intimamente relacionado com a história da criação. Nossa responsabilidade é baseada no fato de que na criação os ser humano era perfeito. Sem a queda da perfeição, não há responsabilidade para com Deus pelo pecado, e necessidade de um Salvador. O julgamento incluirá responsabilidade final pela condição do mundo (Ap 11:18), uma responsabilidade dada na criação (Gn 1:28). Os criacionistas devem ser bons mordomos dos recursos da terra.</p>
<p><strong>O Segundo Anjo</strong></p>
<p>O segundo anjo declara (Ap 14:8) que &#8220;<em>Babilônia caiu</em>&#8220;. Por que a segunda mensagem vem somente depois da primeira? Poderia ser que a rejeição da primeira mensagem fosse o passo final na queda de Babilônia? Babilônia representa religiões mundiais caídas, inclusive igrejas na Cristandade que caíram para longe de Cristo. A igreja é impura. A fornicação implica que algo está tomando o lugar de Cristo. A Bíblia frequentemente retrata o relacionamento de Cristo e da igreja como um casamento (cf Ap 19:6-8, as bodas do Cordeiro). O esposo (Cristo) é identificado como o Criador em Isaías 54:5. Este texto sugere que a substituição com outro &#8220;criador&#8221; seria fornicação. Qualquer igreja que fez tal escolha caiu. A mensagem do segundo anjo pode ser considerada como uma resposta à reação do mundo cristão à mensagem do primeiro anjo em relação à criação e ao julgamento.</p>
<p>Na história bíblica da criação, Adão e Eva foram criados perfeitos. Sua queda introduziu pecado e morte ao mundo. Jesus, como Criador e Juiz, ofereceu a Si mesmo como sacrifício substituto por nossa salvação. A salvação, portanto, é puramente uma questão de graça; deste modo, podemos apenas aceitá-la como um dom, ou rejeitá-la.</p>
<p>E quanto às outras histórias da criação? Alguns propuseram que como raça, nós estamos melhorando através da evolução. Não existiu Adão e Eva, nem queda, nem morte substituta. Jesus veio para a terra apenas para nos mostrar como viver. Se formos impressionados por Sua vida, se pudermos imitá-Lo, e se nos esforçarmos o suficiente, poderemos nos qualificar para a salvação. Jesus não tomou nosso lugar com Sua morte, mas nos deu um exemplo de como alcançarmos salvação.</p>
<p>A Bíblia tem más notícias quanto a este tipo de evangelho: não importa quanto você tem se esforçado, não importa quanto a sua vida se assemelha à de Jesus, isto não é importante. O tipo de perfeição, não é bom o suficiente! Não há como ganhar a nossa própria salvação. Não fazemos boas obras para sermos salvos, mas porque já estamos salvos. A Babilônia é baseada na justificação pela fé. O Céu é somente um dom da graça.</p>
<p><strong>O Terceiro Anjo</strong></p>
<p>A mensagem do terceiro anjo (Ap 14:9-12) é uma advertência: &#8220;<em>Não adore a besta e ou receba sua imagem.</em>&#8221; Aqueles que desconsiderarem essa advertência enfrentarão <em>julgamento</em> e punição. Note a palavra &#8220;adoração&#8221;, novamente ligada ao julgamento. Adorar a besta em lugar de Deus é fornicação espiritual. A marca da besta é um sinal de fornicação e queda espiritual. Essa queda vem como resultado da rejeição da mensagem do terceiro anjo: adorar a Deus o Criador, e aceitar Sua oferta de lhe declarar &#8220;não culpado&#8221; no julgamento. Aparentemente, os que rejeitam a mensagem do primeiro anjo se unirão para &#8220;marcar&#8221; os que discordam deles. Eles vão até mesmo valer-se de força para prevenir qualquer pessoa de aceitar a mensagem dos três anjos.</p>
<p>Compreendemos que a adoração da besta e a recepção de sua marca envolverão controvérsia com o sábado. A observância do sábado está baseada no relato bíblico da criação em seis dias (Ex 20:11). Guardando o sábado, testemunhamos e evidenciamos nossa aceitação da primeira mensagem angélica: adorar o Criador. Adorando no sábado testemunhamos que aceitamos a Bíblia como autoridade máxima. Adorando no sábado testificamos que aceitamos a salvação somente pela graça, baseada apenas nos méritos do sacrifício substituto de Jesus.</p>
<p>Desacreditando a história da criação seria remover a base para a observância do sábado, e muito mais. Que melhor modo de destruir o sábado, o sétimo dia, do que desacreditando da criação em seis dias, a base de sua observância? E qual é o propósito do julgamento se não existiu a queda no pecado? Sem a doutrina da criação em seis dias, as três mensagens angélicas perdem seu significado.</p>
<p><strong>A Três Mensagens Angélicas: Justificação pela Fé</strong></p>
<p>A mensagem unificada dos três anjos é a justificação pela fé. Justificação vem pela fé na morte substituta de Jesus Cristo. Essa morte é necessária porque Deus, em Sua justiça, não poderia desculpar a queda de nossos primeiros pais, Adão e Eva. A queda de Adão e Eva foi o resultado de sua própria escolha de crer na evidência de seus sentidos em vez de crer na palavra de Deus. O termo &#8220;queda&#8221; implica um estado previamente melhor. Adão e Eva não foram criados através de algum processo de melhora gradual, mas foram criados em um estado de perfeição impecável. A história da criação é encontrada em Gênesis 1.</p>
<p>Alguns nos incentivam a aceitar outra história da criação, uma que esteja mais de acordo com as idéias de importantes cientistas e teólogos. É impopular aceitar as palavras de um livro antigo, em vez das últimas idéias da ciência. Devemos dizer o seguinte aos que nos incentivam a abandonar a nossa fé na criação de Gênesis, em seis dias: <em>Conta-me a história de Cristo e Sua salvação</em>. Tem a ciência uma história que inclui Jesus e a salvação? Apenas a Bíblia mostra o caminho para a salvação e a base para este caminho.</p>
<p>As três mensagens angélicas revelam Jesus como Criador, Advogado no julgamento, e Redentor. É por isso que o relato da criação de Gênesis é tão importante. Gênesis apresenta o mais detalhado relato da criação do mundo encontrado na Bíblia. A história da criação é a base para a adoração a Deus, a razão de Sua autoridade no julgamento, e a questão controversa por trás da marca da besta. O registro da criação em Gênesis é um tema unificador das três mensagens angélicas.</p>
<p>Em virtude do significado da criação e do dilúvio para as três mensagens angélicas no final dos tempos, é sensato considerar a advertência de Pedro quanto aos escarnecedores nos últimos dias: &#8220;Tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus, pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios&#8221; (2 Pe 3:3-7).</p>
<p>De acordo com Pedro, os escarnecedores negarão tanto a criação como o dilúvio. Isto está acontecendo agora, não apenas no mundo, mas até mesmo dentro da igreja. As três mensagens angélicas devem ser proclamadas, até mesmo em tal atmosfera de cepticismo. Quando o mundo inteiro for alcançado, virá o fim. E então o Criador novamente exercerá Seu poder na criação, desta vez para restaurar o que foi perdido por causa do pecado. &#8220;Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça&#8221; (2 Pe 3:13).</p>
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		<title>Nisto Cremos</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 18:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Livro Nisto Cremos
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="width:477px;text-align:left" id="__ss_2684818"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/setimodia/livro-nisto-cremos" title="Livro Nisto Cremos">Livro Nisto Cremos</a><object style="margin:0px" width="477" height="510"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayerd.swf?doc=livronc-091209134407-phpapp01&#038;rel=0&#038;stripped_title=livro-nisto-cremos" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayerd.swf?doc=livronc-091209134407-phpapp01&#038;rel=0&#038;stripped_title=livro-nisto-cremos" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="477" height="510"></embed></object>
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		<title>A Matemática de Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 14:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>
		<category><![CDATA[domingo]]></category>
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		<description><![CDATA[Tudo o que Deus faz tem propósitos definidos. No princípio, Ele criou os elementos, o meio ambiente e as condições de vida, de forma ordenada. Cada detalhe da Criação tinha um papel definido]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Jesus e a Lei</h2>
<p style="text-align: left;"><em> </em>Na infância, sempre ouvi falar de Deus, com uma grande balança na mão, pesando os bons e maus atos que eu cometia. Mas, estudando a Bíblia, comecei a perceber que a matemática de Deus é diferente. Na matemática Divina, o sangue de Cristo sempre zera minhas dívidas &#8211; tudo muda de figura.</p>
<p>No último capítulo, descobrimos que Jesus não desprezou a Lei, pois ela faz parte da vida dos que se convertem. Ele mesmo disse: <strong><em>“Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir”</em></strong>.<strong><em> </em></strong>Mateus 5:17. Jesus apenas mostrou aos homens o lugar que a Lei ocupa: o coração (João 14:15). E, ao obedecê-la, Ele mostrou como ela deve ser cumprida. Abolir os Dez Mandamentos seria permitir que as pessoas matem, roubem, adulterem e façam tudo mais que a Lei proíbe. Jesus jamais permitiria isso!</p>
<p>A maioria dos cristãos não admite transgredir nove dos dez mandamentos da Lei de Deus. Todavia, o Decálogo não é formado por nove mandamentos e sim, dez. O mandamento que a maior parte das denominações cristãs não aceita é o quarto, que ordena a guarda do Sábado.</p>
<p>Mas, se Jesus não aboliu a Lei, então, nos restam algumas perguntas:</p>
<ul>
<li>O que fazer com o Sábado?</li>
<li>Ele ainda deve ser guardado?</li>
<li>Para quê?</li>
<li>Deus não aceitaria que eu guardasse apenas os outros nove mandamentos?</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<h2>24 Horas com Deus</h2>
<p> </p>
<p>            Tudo o que Deus faz tem propósitos definidos. No princípio, Ele criou os elementos, o meio ambiente e as condições de vida, de forma ordenada. Cada detalhe da Criação tinha um papel definido. Então, <strong><em>“criou Deus o homem à sua imagem”</em></strong>. Gênesis 1:27. Deus formou o homem e a mulher. Imagine quantas coisas Adão e Eva tinham para perguntar ao Criador. Quanto tempo será que Deus dedicava aos dois? Diariamente, quando o Sol se escondia, o Criador se encontrava com Seus filhos (Gênesis 3:8).</p>
<p>            Entretanto, Deus queria mais! E, por isso, planejou passar um tempo especial com o ser humano (Gênesis 2:2; Êxodo 31:13; Ezequiel 20:12, 20).<del datetime="2005-03-01T23:09" cite="mailto:ailto"></del></p>
<p> Seu desejo era gastar TEMPO<em> </em>com o primeiro casal PORQUE O TEMPO É A ESSÊNCIA DA VIDA. NA VERDADE, O TEMPO É A PRÓPRIA VIDA.          </p>
<p>            Quer dizer ao seu filho de 4 anos que você o ama? Então dedique tempo a ele. Ao invés de apenas dizer: “Eu te amo!”, prove que o ama jogando bola e brincando de carrinho com ele. Quer dizer a sua esposa que você a ama? Dedique tempo a ela, só vocês dois. Não dá para entender uma declaração de amor de alguém que passa tanto tempo fora de casa a ponto de se tornar um hóspede.</p>
<p>            O Criador escolheu dedicar a coisa mais importante do mundo a nós, Seus filhos: Seu TEMPO<em>.</em> Para Deus, o Sábado não é um dia como os outros, mas um tempo especial para passar com Seus filhos. Ele sabia que o homem se esqueceria do Sábado. Por isso, o quarto mandamento, o mais esquecido, é também o único que começa com o apelo: <strong><em>“LEMBRA-TE do dia de sábado, para santificá-lo.”</em> </strong>Êxodo 20:8 (Grifo acrescentado).</p>
<h2> Seria apenas esquecimento?<em> </em></h2>
<p>Não. Existem alguns fatores que contribuem para que o quarto mandamento não seja guardado: a mudança do sábado para o domingo e a interpretação equivocada de alguns textos.  </p>
<p> </p>
<p>            Sobre a troca do dia de guarda, o profeta Daniel afirmou que um poder político e religioso mudaria a Lei de Deus: <strong><em>“&#8230; cuidará em mudar os tempos e a lei&#8230;”</em></strong><em> </em>Daniel 7:25 – RA. Tal alteração se confirmou com as decisões romanas tomadas ao longo da história. Nas palavras de Johann Eck, um dos líderes da Igreja no século 16, “a igreja mudou o sábado para o domingo por sua própria autoridade, e para isso&#8230; não existe Escritura.”<a href="http://www.sabado.org/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3241-1141#_ftn1">[1]</a> Se você comparar o Catecismo com os Dez Mandamentos em Êxodo 20:1-17, verá que o segundo mandamento foi tirado. O quarto, que ordena a observância do Sábado, foi trocado por “guardar domingos e festas”. E, para suprir a falta do segundo mandamento, o Catecismo dividiu o décimo em dois.</p>
<p>Em relação aos textos mal interpretados, dois são os mais usados:</p>
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<li>Efésios 2:15 &#8211; RA: <strong><em>“Aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças&#8230;” </em></strong>Neste texto, a lei chamada de “ordenanças” são as leis cerimoniais (páscoa, circuncisão, sacrifícios de animais, etc.), usadas por Deus para ensinar aos israelitas a gravidade do pecado e mostrar-lhes a necessidade de um Salvador. Leia Romanos 3:31 e veja que o mesmo escritor de Efésios disse que a Lei moral não é abolida pela fé.</li>
</ul>
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<ul>
<li>Colossenses 2:14 e 16: <strong><em>“Tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava DE ORDENANÇAS&#8230; removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz&#8230; Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou SÁBADOS.” </em></strong>“Sábado” significa “descanso”. Nos sete feriados religiosos anuais (Páscoa, Expiação, Tabernáculos, etc.), as pessoas descansavam e, por isso, tais dias também eram chamados “sábados”, mesmo caindo em diferentes dias da semana.<strong><em> </em></strong></li>
</ul>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Com a morte de Cristo, esses feriados que apontavam para o Seu sacrifício na cruz perderam a razão. Entretanto, para o próprio apóstolo Paulo, o SÁBADO SEMANAL permanece como um memorial do Criador (Atos 16:13; 17:2; 18:3, 4, 11).</p>
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<h2>A Digital do Criador</h2>
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<p>Deus é organizado e perfeito. Sabendo que o ser humano estudaria a natureza, Ele escolheu o número 7 como símbolo da Sua perfeição e o deixou registrado na natureza, como evidências de que o sétimo dia da semana é Sua assinatura, Sua impressão digital deixada na Criação para que pudéssemos lembrar dEle <strong><em>“para sempre”</em></strong> (Gênesis 2:1-3; Êxodo 31:17 &#8211; RA).</p>
<p>Conheça agora algumas curiosidades da presença do número 7 na Criação:</p>
<ul>
<li>Ao criar a matéria, Deus usou uma espécie de “tijolinho” chamado átomo.Você sabia que a estrutura do átomo é formada por <em>7 camadas energéticas: k, l, m, n, o, p, q</em>?</li>
<li>Mas o Universo não é feito só de átomos, pois se assim fosse, tudo seria apenas escuridão. Como solução para isso, Deus criou a luz, dando ao mundo claridade, calor e cores, tudo perfeito. Você sabia que a luz criada por Deus no primeiro dia (Gênesis 1:3) é formada por 7 cores monocromáticas?</li>
<li>Você sabia que, enquanto Deus, com Sua melodiosa voz, criava o mundo, os anjos cantavam (Jó 38:4 e 7)? Detalhe: a escala musical é baseada em 7 notas!</li>
</ul>
<p>Se Deus abolisse a observância do sétimo dia Ele estaria se contradizendo, pois destruiria o lembrete do Seu poder criador, Sua IMPRESSÃO DIGITAL (Êxodo 20:8-11 – comparar com Apocalipse 14:7).</p>
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<p>Você pode estar pensando: “A Lei é bastante lógica. Mas, e guardar o Sábado? Isso não faz sentido, pois as coisas mudaram. Estamos no século 21!”</p>
<p>Entretanto, a Bíblia afirma que a matemática de Deus é diferente da matemática humana: <strong><em>“Pois quem obedece a toda a Lei, mas tropeça em apenas um ponto, torna-se culpado de quebrá-la inteiramente.” </em></strong>Tiago 2:10.<strong><em> </em></strong></p>
<p>      Isso significa que:</p>
<ul>
<li>Enquanto na matemática humana, 10-1=9;</li>
<li>Na matemática divina, 10-1=0!</li>
</ul>
<p>Deus já sabia que a humanidade se esqueceria dEle como Criador e que Darwin apareceria tentando destruir as marcas da Sua criação. Por isso, Ele deixou na natureza evidências da Sua existência (Romanos 1:18-23). Podemos encontrar, por todos os lados, a impressão digital do Criador: o número 7, o Sábado, o sétimo dia.</p>
<p>Embora homens tenham mudado o dia de guarda do sábado para o domingo, Deus adverte severamente os que mudarem a Bíblia: <strong><em>“E, se alguma pessoa tirar alguma coisa das palavras proféticas deste livro, Deus tirará delas as bênçãos descritas neste livro, isto é, a sua parte da fruta da árvore da vida e também a sua parte da Cidade Santa.”</em></strong>Apocalipse 22:19.</p>
<p>Ao concluirmos, podemos dizer que o fato de guardar o Sábado não salvará ninguém, porque <em>“<strong>pela graça sois salvos, por meio da fé, isto não vem de vós, é dom de Deus”. </strong></em>Efésios 2:8. A SALVAÇÃO foi e sempre será pela GRAÇA, mediante a FÉ. Entretanto, as obras são o resultado de termos sido salvos (Efésios 2:10) e, por isso, o Deus da graça quer ser adorado no dia especial que Ele determinou.</p>
<p>Se alguém pensa que é ultrapassado guardar o sábado em pleno século 21, saiba que nunca foi tão atual, nem tão necessário lembrar que Deus é o Criador. Deus tem um convite muito especial ao homem pós-moderno: <strong><em>“&#8230;temam a Deus e glorifiquem-no, pois chegou a hora do seu juízo. Adorem aquele que fez os céus, a terra, o mar e as fontes das águas” </em></strong> Apocalipse 14:7.</p>
<p>Deus não só espera que guardemos o Sábado hoje, mas anuncia que aqueles que o fazem, continuarão pela eternidade: <strong><em>“E será que desde uma lua nova até à outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor.” </em></strong>Isaías 66:23 – ARA.</p>
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<hr size="1" /><a href="http://www.sabado.org/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3241-1141#_ftnref1">[1]</a> John Eck, Enchiridion of Commonplaces of John Eck Against Luther and Other Enemies of the Church, trad. F. L. Battles, 2a. ed. (Grand Rapids, Michigan: Calvin Theological Seminary, 1978), 8v, pág. 13.</p>
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