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	<title>Sabado &#187; Diversos</title>
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	<description>Um dia de Esperança</description>
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		<title>O Quarto Mandamento</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 19:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A prática do descanso semanal cria uma nova condição para a qualidade de vida e ajuda o profissional a recompor-se e buscar mais harmonia no retorno ao trabalho. Dados recentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.sabado.org/wp-content/uploads/2011/02/lifestyle-photos-00811.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-728" title="lifestyle-photos-0081" src="http://www.sabado.org/wp-content/uploads/2011/02/lifestyle-photos-00811-300x298.jpg" alt="" width="300" height="298" /></a>A prática do descanso semanal cria uma nova condição para a qualidade de vida e ajuda o profissional a recompor-se e buscar mais harmonia no retorno ao trabalho.</em></p>
<p>Dados recentes do IBGE revelam que a expectativa de vida do brasileiro é de quase 73 anos. Porém, estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) revela que há um contingente de 32 milhões de brasileiros que vivem acima disso. Isso denota que as pessoas estão vivendo mais e é evidente que terão de trabalhar mais anos para se sustentar.</p>
<p>Imaginemos uma pessoa que trabalha de 10 a 12 horas por dia – sete dias por semana, possivelmente ela terá um prazo de longevidade menor e mesmo se atingir uma vida mais longa, certamente sofrerá as conseqüências por viver uma vida desregrada e frenética.</p>
<p>É importante as pessoas atingirem a longevidade com saúde plena e uma qualidade de vida satisfatória, ou seja, alcançar uma idade elevada desfrutando de saúde e bem-estar. Mas para isso ocorrer é preciso atentar para uma regra fundamental sintetizada numa frase que fiz há poucos anos e que foi contemplada em um concurso de Natal de um shopping, onde ganhei um lindo carro zero km. O tema era: “Espero que o ano novo&#8230;” Daí eu completei: “&#8230;não seja uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo”.</p>
<p>O carro ficou um mês exposto no saguão principal do shopping e posteriormente quando fui retirá-lo e fazer algumas fotos para publicidade, alguém me confidenciou que os jurados estavam tão extenuados e estressados com a correria do dia-a-dia e de fim de ano – que a minha frase, entre milhares, veio ao encontro de suas necessidades.</p>
<p>Habitualmente, as pessoas reclamam que não tem tempo para nada e que estão demasiadamente estressadas com as pressões diárias que enfrentam tão frequentemente.</p>
<p>Se as pessoas em geral tivessem mantido a prática do descanso sabático, será que hoje poderiam estar livres desse estado de exaustão coletiva? Certamente que sim. Se se “desligassem” do mundo por um dia a cada sete, o descanso que conseguiriam se revelaria terapêutico o suficiente para se prolongar pelo resto da semana.</p>
<p>Houve um período em que trabalhei, no interior do estado de São Paulo, realizando auditoria financeira para uma determinada organização. Comumente viajava aos domingos a fim de fazer meu trabalho de revisão e objetivando atender um número de mais ou menos dez unidades, em média, a cada viagem programada.</p>
<p>Certa vez, cumprindo meu itinerário, quando cheguei à cidade onde atenderia, numa só unidade (regional), algumas unidades das cidades adjacentes, estacionei em frente ao local exatamente às 8:45h, como planejado. Calculara o tempo exato. Até aí tudo bem. Havia apenas um problema: não havia ninguém. Não porque eu estivesse adiantado, mas porque tinha ido para o local errado, ou seja, o lugar não pertencia a mesma organização da qual eu prestava meus serviços.</p>
<p>Segundo informações estava distante do lugar, e restava pouco tempo para encontrar o local exato, tendo em vista que havia me comprometido com duas das pessoas que estavam me aguardando atendê-las e dispensá-las até às 10:00h, pois deveriam retornar ainda na parte da manhã para suas cidades por causa de outros compromissos.</p>
<p>Finalmente, encontrei o local exato. Entretanto cheguei vinte minutos atrasado, é claro. Senti-me desconfortável e meu trabalho não se desenrolou exatamente como eu esperava.</p>
<p>Não havia deixado uma margem de tempo que fosse o suficiente para atender possíveis contingências e paguei por isso.</p>
<p>Em relação ao trabalho podemos dizer que o descanso é uma margem que aumenta a eficiência no trabalho e é um fato bem conhecido que tem sido demonstrado estatisticamente. Se as horas e dias de trabalho são aumentados indevidamente, a produção na realidade cai. Recessos, intervalos, dia semanal sem trabalho, feriados, são medidas designadas para aumentar a produção, mantendo-a no máximo de eficiência por um longo período de tempo.</p>
<p>Aquele que nos criou sabe que mesmo nosso desejo sincero de fazer o melhor pode levar-nos à intemperança e ao excesso. Consequentemente, Ele nos deu o quarto preceito do Decálogo como um mandamento de misericórdia. “Seis dias trabalharás”, diz Ele, “mas no sétimo dia não farás nenhum trabalho.” Êxodo 20: 9-10.</p>
<p>“Seis dias trabalharás”, diz o quarto mandamento. Esse é o tempo que lhe foi concedido. Trabalhe, lute e dê o melhor de si durante esse tempo. Mas tudo isso tem um limite – o sábado. Nesse dia, você deve descansar.</p>
<p>O sábado atua em relação à fadiga, cansaço e ansiedade. Ele provê uma terapia de significado através do descanso que traz. Não apenas os músculos cansados são refrigerados, mas também a mente cansada e o mundo cansado recebem o descanso. O dia de descanso estende um convite a encontrarmos o repouso necessário a fim de obtermos maior qualidade de vida e bem-estar.</p>
<p>Objetivando ilustrar este conceito podemos observar que como parte do processo de escrita, ao terminar de escrever um livro, é recomendável e necessário colocar o manuscrito de “molho”, a “repousar”, umas horas, de preferência três ou quatro dias, para que depois a própria pessoa que escreveu poder ler quase com os olhos de um leitor normal que desconhecia o texto. Esta medida é válida para observar se conseguiu manter o foco sobre o tema do livro, se organizou a estrutura do livro de forma concatenada e sentir se desenvolveu completamente o tema. Lê-lo logo a seguir a escrevê-lo é má prática, pois não se guarda a distância suficiente e não se consegue detectar os vícios de português e os pontos menos claros.</p>
<p>Este método ajuda o escritor a retomar a sua obra com maior potencial de análise, proporcionando olhos mais críticos e assim poder melhorá-la, caso necessário, justamente porque rompeu com uma contínua atividade que vinha desenvolvendo e caso não fizesse esta “ponte” não lograria maior êxito.</p>
<p>Embora muita gente se espante por se perder uma parte substancial do tempo de escrita com a revisão, o tempo que se gasta nessa tarefa raramente é demasiado. E é um tempo que não se pode gastar exatamente quando e como se quer.</p>
<p>Se com um texto ou um livro, é importante reservar um espaço de tempo para que haja uma adequada reparação, imagine com nossas vidas. Portanto, minha sugestão é: faça uma pausa, proponha-se uma autocrítica e uma auto-análise, avaliando o seu estilo de vida e como tem se dedicado ao trabalho. Pare e avalie a fim de colocar as coisas nos eixos.</p>
<p>“Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou.” Êxodo 20:8-11.</p>
<p>*Alcides Ferri tem formação Superior em Recursos Humanos e Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Pessoas. Experiência de 14 anos na área de Recursos Humanos. Experiência de 09 anos na área Administrativa/Financeira. Atuou nos segmentos de Construção Civil, Rede Educacional/Religiosa e Consultoria de RH. Participante ativo no CONARH – Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas, com projetos voltados para área de RH. Atualmente atua como Palestrante Comportamental/Motivacional &#8211; realizando palestras, in company, na área de Treinamento e Desenvolvimento, objetivando inspirar e persuadir as pessoas a se engajarem na busca constante de seu autodesenvolvimento, visando à superação das lacunas e carências existentes em suas competências a fim de atingirem sustentabilidade na carreira.</p>
<p>Contato: <a href="mailto:alcidesferri@bol.com.br">alcidesferri@bol.com.br</a></p>
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		<title>Sábado: dia de contato com a razão da esperança verdadeira</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 16:35:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na modernidade, o cristianismo estava ameaçado de extinção. Se o homem era capaz de alcançar realização através do conhecimento, a religião se tornava dispensável. Aliás, como confiar naquilo que parecia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.sabado.org/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/557.jpg&amp;w=60&amp;h=&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p><a rel="attachment wp-att-558" href="http://www.sabado.org/sabado-dia-de-contato-com-a-razao-da-esperanca-verdadeira/sabado-posmodernismo/"><img class="alignleft size-full wp-image-558" title="sabado-posmodernismo" src="http://www.sabado.org/wp-content/uploads/2010/02/sabado-posmodernismo.jpg" alt="" width="224" height="300" /></a>Na modernidade, o cristianismo estava ameaçado de extinção. Se o homem era capaz de alcançar realização através do conhecimento, a religião se tornava dispensável. Aliás, como confiar naquilo que parecia um conjunto de fábulas pertencentes a uma era pré-científica? O racionalismo desbancou a fé. Entretanto, a modernidade falhou. O clima otimista inaugurado pela modernidade perdeu seu ímpeto depois das I e II guerras mundiais (1914-1918 e 1939-1945, respectivamente). A busca por um conhecimento integrado passou a ser vista com desconfiança. A própria credibilidade da ciência ficou abalada. Em contraponto à era Moderna, surgiu outra mentalidade, conhecida como Pós-Modernidade.</p>
<p>Em comum com a Modernidade, entende-se que vivemos em um mundo físico sem possibilidade de qualquer intervenção sobrenatural; mas, ao contrário da confiança irrestrita na Ciência, a mente pós-moderna assume a impossibilidade de conhecermos algo de forma absoluta, seja por meios científicos ou através de alguma outra atividade humana. O conhecimento é encarado como mera convenção, usada por estruturas dominantes da sociedade ou como uma ficção útil, na esfera da comunidade. Logo, a verdade é apenas a que sirva à comunidade, sem se levar em conta se ela é lógica, ou corresponde à realidade. Em outras palavras: a verdade não precisa ser verdadeira!</p>
<p>É claro que a Pós-Modernidade possui inúmeras contradições internas, sendo uma delas o nivelamento de todos os sistemas religiosos, como se fossem equivalentes. A História (que os pós-modernos rejeitam como forma de conhecimento objetiva) já provou que mentalidades diferentes produzem experiências humanas diferentes (isso, ninguém pode contestar). Muitas das conquistas do Ocidente se devem à mentalidade cristã, que, entre outras coisas, produziu profunda valorização do ser humano, como alguém feito à imagem e semelhança de Deus. No centro da perspectiva moral cristã, se acham os dez mandamentos.</p>
<p>No século XXI, o maior desafio para quem queira seguir os 10 mandamentos (Êxodo 20) é colocá-los na perspectiva que a própria Bíblia lhes dá – eles não são verdadeiros tanto quanto qualquer código moral que se ache em outras literaturas religiosas, como o Livro dos Vedas, o Corão ou os escritos do Dalai Lama. A Bíblia é um livro exclusivista. Deus é, em Pessoa, a Verdade (Êxodo 34:6; Jeremias 10:10). Jesus Se declarou como sendo “o caminho, a verdade e a vida” (João 14:6). E os Seus mandamentos também são a verdade (Salmo 119:142).</p>
<p>Ao pensarmos no sábado, o quarto mandamento da Lei de Deus (Ex 20:8-11), temos de encará-lo não como um dia de serviço religioso. Ele é mais do que isso. É o tempo real ordenado por um Deus que existe e Se comunica conosco dentro desse tempo.</p>
<p>O Pós-modernismo, com suas contradições e incertezas, falha em dar base para as esperanças humanas. Nesse ponto, se torna ainda mais necessária a obediência ao quarto mandamento, que estabelece um vínculo entre a realidade humana, temporal, com o Deus eterno, autor da Esperança (1ª Pedro 1:3). A cada sábado, estamos em contato com Deus de forma especial, usufruindo dAquele que é a Verdade – e a Verdade Verdadeira.</p>
<p><strong>Douglas Reis</strong> &#8211; formado em teologia, mantenedor do blog <a href="http://questaodeconfianca.blogspot.com/">http://questaodeconfianca.blogspot.com</a> e escritor.</p>
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		<title>As Três Mensagens Angélicas</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 13:05:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[L. James Gibson O ano de 1844 foi um ano importante. Os mileritas experimentaram o Grande Desapontamento, levando a um completo re-estudo das profecias relacionadas ao segundo advento. A crescente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.sabado.org/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/473.jpg&amp;w=60&amp;h=&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p><a rel="attachment wp-att-474" href="http://www.sabado.org/as-tres-mensagens-angelicas/mensaje3angeles1-526x362/"><img class="alignright size-medium wp-image-474" title="mensaje3angeles1-526x362" src="http://www.sabado.org/wp-content/uploads/2010/02/mensaje3angeles1-526x362-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></p>
<p>L. James Gibson</p>
<p>O ano de 1844 foi um ano importante. Os mileritas experimentaram o Grande Desapontamento, levando a um completo re-estudo das profecias relacionadas ao segundo advento. A crescente compreensão da Bíblia que resultou daquele estudo levou ao estabelecimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Naquele mesmo ano, Charles Darwin completou um resumo de suas referências sobre a evolução através da seleção natural. Ele o chamou de um abstrato, mas era muito mais do que um livreto. Contudo, Darwin não publicou seu &#8220;abstrato&#8221; naquele ano. Em 1844 também, Robert Chambers publicou anonimamente o livro <em>Vestiges of the Natural History of Creation</em>. Esse livro especula abertamente sobre a possibilidade de uma mudança evolucionária em longos períodos de tempo. Foi dito que este livro causou maior impacto no público do que o livro de Darwin uns 15 anos depois. A reação do público foi tão intensa à obra de Chambers que Darwin segurou seu livro por mais 15 anos.</p>
<p>A ironia aqui é obvia: o nascimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia, com sua ênfase na criação bíblica em seis dias, coincidiu como a apresentação pública do pensamento evolucionário. Isto foi uma coincidência? Creio que não.</p>
<p>Os adventistas do sétimo dia se consideram comissionados a apresentar uma mensagem especial ao mundo, chamada &#8220;As Três Mensagens Angélicas&#8221; de Apocalipse 14:6-12. Nosso propósito aqui é explorar o significado dessas mensagens e sua relação com a doutrina da criação.</p>
<p><strong>O Primeiro Anjo</strong></p>
<p>O contexto de Apocalipse 14 indica um cenário escatológico, prensado entre a perseguição apresentada nos capítulos 12 e 13 e a &#8220;colheita&#8221; do final do capítulo 14. Os adventistas compreendem que as três mensagens angélicas de Apocalipse 14 representam o movimento final preparando o mundo para a segunda vinda de Cristo. Os Adventistas do Sétimo Dia esperam desempenhar uma função importante na proclamação dessas mensagens. Consequentemente, precisamos compreender o que elas dizem.</p>
<p>Essas três mensagens estão em sequência, pois entre elas, existem elos subjacentes. Um elo é a doutrina da criação conforme foi registrada por Moisés; outro elo é a justificação pela fé. A igreja não pode alcançar êxito na pregação das três mensagens angélicas sem fé no relato bíblico da criação, que é fundamental para essas mensagens e indispensável para a nossa missão.</p>
<p>O primeiro anjo, (Ap 14:6) é descrito como tendo o &#8220;evangelho eterno&#8221;. O evangelho é as boas novas da salvação, que é necessário devido à queda do homem. A história da criação forma a base para compreender essa queda: &#8220;Assim, pois, todos os que pecaram sem lei também sem lei perecerão; e todos os que com lei pecaram mediante lei serão julgados&#8221; (Rm 2:12, cf 1 Tm 2:13-14).</p>
<p>A mensagem do primeiro anjo consiste em duas partes. A primeira parte é (parafraseada): <em>&#8220;Temei a Deus e dai-lhe glória, por causa do julgamento.&#8221;</em> Essa mensagem foi enfatizada no início da história do adventismo, nas doutrinas do juízo investigativo e executivo. A segunda parte é (novamente parafraseada): <em>&#8220;Adorai Aquele que criou.&#8221;</em> Na escrita hebraica, a mesma idéia era frequentemente expressa duas vezes, usando diferentes palavras. Este é um modo de enfatizar um ponto. A primeira mensagem angélica pode ser tratada com tal paralelismo:</p>
<p><em>Temei a Deus e dai-lhe glória, por causa do julgamento, </em></p>
<p><em> Adorai a Deus </em>por causa da <em>criação.</em></p>
<p>Temer a Deus é reverenciá-Lo, e implica a adoração:</p>
<p>&#8220;Quem não temerá e não glorificará o teu nome, ó Senhor?</p>
<p>Pois só tu és santo;</p>
<p>por isso, todas as nações virão e adorarão diante de ti,</p>
<p>porque os teus atos de justiça se fizeram manifestos.&#8221;</p>
<p>Apocalipse 15:4</p>
<p>O julgamento é um dos atos de justiça de Deus. Para muitos, a ênfase no julgamento não parece ser boas-novas. Porque deveríamos considerar a vinda do julgamento como &#8220;boas novas&#8221; (evangelho)? E qual é o relacionamento da criação e das boas novas? Vamos considerar estas perguntas ao examinarmos o paralelismo no texto.</p>
<p>&#8220;Temer&#8221; a Deus significa dar-Lhe reverência, ou adorá-Lo. Esta é a primeira parte do paralelismo. Deus é digno de adoração porque Ele é tanto Criador como Juiz. &#8220;Tu és digno, Senhor e Deus nosso,&#8230; porque todas as coisas tu criaste&#8230;.&#8221; (Ap 4:11). Ser o Criador demonstra a autoridade de Deus e dá a Ele o direito (responsabilidade?) de julgar.</p>
<p>Qual é o paralelismo entre julgamento e criação? Quem é o Criador? Quem é nosso Juiz? Foi Jesus quem nos criou, e quem estará conosco também no julgamento. As boas novas (evangelho) é que a criação e a redenção estão unidas em Jesus Cristo. Jesus é o nosso Criador (João 1:3) bem como nosso advogado no julgamento (1 João 2:1). Deus tanto nos criou como nos salvou através de Jesus (Cl 1:13-17). Devido a este relacionamento, o julgamento é boas novas para o Cristão.</p>
<p>Apesar de ser muito defendido pela igreja, o aspecto referente à criação nas três mensagens passou a receber a mesma atenção dada ao conceito do julgamento, apenas no início da história da nossa igreja. Havia menos necessidade de enfatizar Deus como Criador porque virtualmente todos os cristãos aceitavam o relato bíblico da criação, o que agora já não é uma realidade.</p>
<p>A história bíblica da criação é que o ser humano foi criado perfeito, à imagem de Deus. Devido à sua própria escolha errônea, caiu em pecado. Deus não poderia simplesmente desculpar seu pecado e permanecer justo, então, o próprio Deus, na pessoa de Jesus Cristo, veio a terra morrer em nosso lugar. Assim, Deus poderia ser justo e justificador de todo aquele que crê (Rm. 3:26). Isto significa que a salvação vem pela graça. (Ef 2:8).</p>
<p>O julgamento da humanidade está intimamente relacionado com a história da criação. Nossa responsabilidade é baseada no fato de que na criação os ser humano era perfeito. Sem a queda da perfeição, não há responsabilidade para com Deus pelo pecado, e necessidade de um Salvador. O julgamento incluirá responsabilidade final pela condição do mundo (Ap 11:18), uma responsabilidade dada na criação (Gn 1:28). Os criacionistas devem ser bons mordomos dos recursos da terra.</p>
<p><strong>O Segundo Anjo</strong></p>
<p>O segundo anjo declara (Ap 14:8) que &#8220;<em>Babilônia caiu</em>&#8220;. Por que a segunda mensagem vem somente depois da primeira? Poderia ser que a rejeição da primeira mensagem fosse o passo final na queda de Babilônia? Babilônia representa religiões mundiais caídas, inclusive igrejas na Cristandade que caíram para longe de Cristo. A igreja é impura. A fornicação implica que algo está tomando o lugar de Cristo. A Bíblia frequentemente retrata o relacionamento de Cristo e da igreja como um casamento (cf Ap 19:6-8, as bodas do Cordeiro). O esposo (Cristo) é identificado como o Criador em Isaías 54:5. Este texto sugere que a substituição com outro &#8220;criador&#8221; seria fornicação. Qualquer igreja que fez tal escolha caiu. A mensagem do segundo anjo pode ser considerada como uma resposta à reação do mundo cristão à mensagem do primeiro anjo em relação à criação e ao julgamento.</p>
<p>Na história bíblica da criação, Adão e Eva foram criados perfeitos. Sua queda introduziu pecado e morte ao mundo. Jesus, como Criador e Juiz, ofereceu a Si mesmo como sacrifício substituto por nossa salvação. A salvação, portanto, é puramente uma questão de graça; deste modo, podemos apenas aceitá-la como um dom, ou rejeitá-la.</p>
<p>E quanto às outras histórias da criação? Alguns propuseram que como raça, nós estamos melhorando através da evolução. Não existiu Adão e Eva, nem queda, nem morte substituta. Jesus veio para a terra apenas para nos mostrar como viver. Se formos impressionados por Sua vida, se pudermos imitá-Lo, e se nos esforçarmos o suficiente, poderemos nos qualificar para a salvação. Jesus não tomou nosso lugar com Sua morte, mas nos deu um exemplo de como alcançarmos salvação.</p>
<p>A Bíblia tem más notícias quanto a este tipo de evangelho: não importa quanto você tem se esforçado, não importa quanto a sua vida se assemelha à de Jesus, isto não é importante. O tipo de perfeição, não é bom o suficiente! Não há como ganhar a nossa própria salvação. Não fazemos boas obras para sermos salvos, mas porque já estamos salvos. A Babilônia é baseada na justificação pela fé. O Céu é somente um dom da graça.</p>
<p><strong>O Terceiro Anjo</strong></p>
<p>A mensagem do terceiro anjo (Ap 14:9-12) é uma advertência: &#8220;<em>Não adore a besta e ou receba sua imagem.</em>&#8221; Aqueles que desconsiderarem essa advertência enfrentarão <em>julgamento</em> e punição. Note a palavra &#8220;adoração&#8221;, novamente ligada ao julgamento. Adorar a besta em lugar de Deus é fornicação espiritual. A marca da besta é um sinal de fornicação e queda espiritual. Essa queda vem como resultado da rejeição da mensagem do terceiro anjo: adorar a Deus o Criador, e aceitar Sua oferta de lhe declarar &#8220;não culpado&#8221; no julgamento. Aparentemente, os que rejeitam a mensagem do primeiro anjo se unirão para &#8220;marcar&#8221; os que discordam deles. Eles vão até mesmo valer-se de força para prevenir qualquer pessoa de aceitar a mensagem dos três anjos.</p>
<p>Compreendemos que a adoração da besta e a recepção de sua marca envolverão controvérsia com o sábado. A observância do sábado está baseada no relato bíblico da criação em seis dias (Ex 20:11). Guardando o sábado, testemunhamos e evidenciamos nossa aceitação da primeira mensagem angélica: adorar o Criador. Adorando no sábado testemunhamos que aceitamos a Bíblia como autoridade máxima. Adorando no sábado testificamos que aceitamos a salvação somente pela graça, baseada apenas nos méritos do sacrifício substituto de Jesus.</p>
<p>Desacreditando a história da criação seria remover a base para a observância do sábado, e muito mais. Que melhor modo de destruir o sábado, o sétimo dia, do que desacreditando da criação em seis dias, a base de sua observância? E qual é o propósito do julgamento se não existiu a queda no pecado? Sem a doutrina da criação em seis dias, as três mensagens angélicas perdem seu significado.</p>
<p><strong>A Três Mensagens Angélicas: Justificação pela Fé</strong></p>
<p>A mensagem unificada dos três anjos é a justificação pela fé. Justificação vem pela fé na morte substituta de Jesus Cristo. Essa morte é necessária porque Deus, em Sua justiça, não poderia desculpar a queda de nossos primeiros pais, Adão e Eva. A queda de Adão e Eva foi o resultado de sua própria escolha de crer na evidência de seus sentidos em vez de crer na palavra de Deus. O termo &#8220;queda&#8221; implica um estado previamente melhor. Adão e Eva não foram criados através de algum processo de melhora gradual, mas foram criados em um estado de perfeição impecável. A história da criação é encontrada em Gênesis 1.</p>
<p>Alguns nos incentivam a aceitar outra história da criação, uma que esteja mais de acordo com as idéias de importantes cientistas e teólogos. É impopular aceitar as palavras de um livro antigo, em vez das últimas idéias da ciência. Devemos dizer o seguinte aos que nos incentivam a abandonar a nossa fé na criação de Gênesis, em seis dias: <em>Conta-me a história de Cristo e Sua salvação</em>. Tem a ciência uma história que inclui Jesus e a salvação? Apenas a Bíblia mostra o caminho para a salvação e a base para este caminho.</p>
<p>As três mensagens angélicas revelam Jesus como Criador, Advogado no julgamento, e Redentor. É por isso que o relato da criação de Gênesis é tão importante. Gênesis apresenta o mais detalhado relato da criação do mundo encontrado na Bíblia. A história da criação é a base para a adoração a Deus, a razão de Sua autoridade no julgamento, e a questão controversa por trás da marca da besta. O registro da criação em Gênesis é um tema unificador das três mensagens angélicas.</p>
<p>Em virtude do significado da criação e do dilúvio para as três mensagens angélicas no final dos tempos, é sensato considerar a advertência de Pedro quanto aos escarnecedores nos últimos dias: &#8220;Tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. Porque, deliberadamente, esquecem que, de longo tempo, houve céus bem como terra, a qual surgiu da água e através da água pela palavra de Deus, pela qual veio a perecer o mundo daquele tempo, afogado em água. Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios&#8221; (2 Pe 3:3-7).</p>
<p>De acordo com Pedro, os escarnecedores negarão tanto a criação como o dilúvio. Isto está acontecendo agora, não apenas no mundo, mas até mesmo dentro da igreja. As três mensagens angélicas devem ser proclamadas, até mesmo em tal atmosfera de cepticismo. Quando o mundo inteiro for alcançado, virá o fim. E então o Criador novamente exercerá Seu poder na criação, desta vez para restaurar o que foi perdido por causa do pecado. &#8220;Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça&#8221; (2 Pe 3:13).</p>
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		<title>Nisto Cremos</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 18:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div style="width:477px;text-align:left" id="__ss_2684818"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/setimodia/livro-nisto-cremos" title="Livro Nisto Cremos">Livro Nisto Cremos</a><object style="margin:0px" width="477" height="510"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayerd.swf?doc=livronc-091209134407-phpapp01&#038;rel=0&#038;stripped_title=livro-nisto-cremos" /><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="allowScriptAccess" value="always"/><embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayerd.swf?doc=livronc-091209134407-phpapp01&#038;rel=0&#038;stripped_title=livro-nisto-cremos" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="477" height="510"></embed></object>
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		<title>A Matemática de Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 14:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tudo o que Deus faz tem propósitos definidos. No princípio, Ele criou os elementos, o meio ambiente e as condições de vida, de forma ordenada. Cada detalhe da Criação tinha um papel definido]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Jesus e a Lei</h2>
<p style="text-align: left;"><em> </em>Na infância, sempre ouvi falar de Deus, com uma grande balança na mão, pesando os bons e maus atos que eu cometia. Mas, estudando a Bíblia, comecei a perceber que a matemática de Deus é diferente. Na matemática Divina, o sangue de Cristo sempre zera minhas dívidas &#8211; tudo muda de figura.</p>
<p>No último capítulo, descobrimos que Jesus não desprezou a Lei, pois ela faz parte da vida dos que se convertem. Ele mesmo disse: <strong><em>“Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir”</em></strong>.<strong><em> </em></strong>Mateus 5:17. Jesus apenas mostrou aos homens o lugar que a Lei ocupa: o coração (João 14:15). E, ao obedecê-la, Ele mostrou como ela deve ser cumprida. Abolir os Dez Mandamentos seria permitir que as pessoas matem, roubem, adulterem e façam tudo mais que a Lei proíbe. Jesus jamais permitiria isso!</p>
<p>A maioria dos cristãos não admite transgredir nove dos dez mandamentos da Lei de Deus. Todavia, o Decálogo não é formado por nove mandamentos e sim, dez. O mandamento que a maior parte das denominações cristãs não aceita é o quarto, que ordena a guarda do Sábado.</p>
<p>Mas, se Jesus não aboliu a Lei, então, nos restam algumas perguntas:</p>
<ul>
<li>O que fazer com o Sábado?</li>
<li>Ele ainda deve ser guardado?</li>
<li>Para quê?</li>
<li>Deus não aceitaria que eu guardasse apenas os outros nove mandamentos?</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<h2>24 Horas com Deus</h2>
<p> </p>
<p>            Tudo o que Deus faz tem propósitos definidos. No princípio, Ele criou os elementos, o meio ambiente e as condições de vida, de forma ordenada. Cada detalhe da Criação tinha um papel definido. Então, <strong><em>“criou Deus o homem à sua imagem”</em></strong>. Gênesis 1:27. Deus formou o homem e a mulher. Imagine quantas coisas Adão e Eva tinham para perguntar ao Criador. Quanto tempo será que Deus dedicava aos dois? Diariamente, quando o Sol se escondia, o Criador se encontrava com Seus filhos (Gênesis 3:8).</p>
<p>            Entretanto, Deus queria mais! E, por isso, planejou passar um tempo especial com o ser humano (Gênesis 2:2; Êxodo 31:13; Ezequiel 20:12, 20).<del datetime="2005-03-01T23:09" cite="mailto:ailto"></del></p>
<p> Seu desejo era gastar TEMPO<em> </em>com o primeiro casal PORQUE O TEMPO É A ESSÊNCIA DA VIDA. NA VERDADE, O TEMPO É A PRÓPRIA VIDA.          </p>
<p>            Quer dizer ao seu filho de 4 anos que você o ama? Então dedique tempo a ele. Ao invés de apenas dizer: “Eu te amo!”, prove que o ama jogando bola e brincando de carrinho com ele. Quer dizer a sua esposa que você a ama? Dedique tempo a ela, só vocês dois. Não dá para entender uma declaração de amor de alguém que passa tanto tempo fora de casa a ponto de se tornar um hóspede.</p>
<p>            O Criador escolheu dedicar a coisa mais importante do mundo a nós, Seus filhos: Seu TEMPO<em>.</em> Para Deus, o Sábado não é um dia como os outros, mas um tempo especial para passar com Seus filhos. Ele sabia que o homem se esqueceria do Sábado. Por isso, o quarto mandamento, o mais esquecido, é também o único que começa com o apelo: <strong><em>“LEMBRA-TE do dia de sábado, para santificá-lo.”</em> </strong>Êxodo 20:8 (Grifo acrescentado).</p>
<h2> Seria apenas esquecimento?<em> </em></h2>
<p>Não. Existem alguns fatores que contribuem para que o quarto mandamento não seja guardado: a mudança do sábado para o domingo e a interpretação equivocada de alguns textos.  </p>
<p> </p>
<p>            Sobre a troca do dia de guarda, o profeta Daniel afirmou que um poder político e religioso mudaria a Lei de Deus: <strong><em>“&#8230; cuidará em mudar os tempos e a lei&#8230;”</em></strong><em> </em>Daniel 7:25 – RA. Tal alteração se confirmou com as decisões romanas tomadas ao longo da história. Nas palavras de Johann Eck, um dos líderes da Igreja no século 16, “a igreja mudou o sábado para o domingo por sua própria autoridade, e para isso&#8230; não existe Escritura.”<a href="http://www.sabado.org/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3241-1141#_ftn1">[1]</a> Se você comparar o Catecismo com os Dez Mandamentos em Êxodo 20:1-17, verá que o segundo mandamento foi tirado. O quarto, que ordena a observância do Sábado, foi trocado por “guardar domingos e festas”. E, para suprir a falta do segundo mandamento, o Catecismo dividiu o décimo em dois.</p>
<p>Em relação aos textos mal interpretados, dois são os mais usados:</p>
<p> </p>
<ul>
<li>Efésios 2:15 &#8211; RA: <strong><em>“Aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças&#8230;” </em></strong>Neste texto, a lei chamada de “ordenanças” são as leis cerimoniais (páscoa, circuncisão, sacrifícios de animais, etc.), usadas por Deus para ensinar aos israelitas a gravidade do pecado e mostrar-lhes a necessidade de um Salvador. Leia Romanos 3:31 e veja que o mesmo escritor de Efésios disse que a Lei moral não é abolida pela fé.</li>
</ul>
<p> </p>
<ul>
<li>Colossenses 2:14 e 16: <strong><em>“Tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava DE ORDENANÇAS&#8230; removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz&#8230; Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou SÁBADOS.” </em></strong>“Sábado” significa “descanso”. Nos sete feriados religiosos anuais (Páscoa, Expiação, Tabernáculos, etc.), as pessoas descansavam e, por isso, tais dias também eram chamados “sábados”, mesmo caindo em diferentes dias da semana.<strong><em> </em></strong></li>
</ul>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p>Com a morte de Cristo, esses feriados que apontavam para o Seu sacrifício na cruz perderam a razão. Entretanto, para o próprio apóstolo Paulo, o SÁBADO SEMANAL permanece como um memorial do Criador (Atos 16:13; 17:2; 18:3, 4, 11).</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2>A Digital do Criador</h2>
<p> </p>
<p>Deus é organizado e perfeito. Sabendo que o ser humano estudaria a natureza, Ele escolheu o número 7 como símbolo da Sua perfeição e o deixou registrado na natureza, como evidências de que o sétimo dia da semana é Sua assinatura, Sua impressão digital deixada na Criação para que pudéssemos lembrar dEle <strong><em>“para sempre”</em></strong> (Gênesis 2:1-3; Êxodo 31:17 &#8211; RA).</p>
<p>Conheça agora algumas curiosidades da presença do número 7 na Criação:</p>
<ul>
<li>Ao criar a matéria, Deus usou uma espécie de “tijolinho” chamado átomo.Você sabia que a estrutura do átomo é formada por <em>7 camadas energéticas: k, l, m, n, o, p, q</em>?</li>
<li>Mas o Universo não é feito só de átomos, pois se assim fosse, tudo seria apenas escuridão. Como solução para isso, Deus criou a luz, dando ao mundo claridade, calor e cores, tudo perfeito. Você sabia que a luz criada por Deus no primeiro dia (Gênesis 1:3) é formada por 7 cores monocromáticas?</li>
<li>Você sabia que, enquanto Deus, com Sua melodiosa voz, criava o mundo, os anjos cantavam (Jó 38:4 e 7)? Detalhe: a escala musical é baseada em 7 notas!</li>
</ul>
<p>Se Deus abolisse a observância do sétimo dia Ele estaria se contradizendo, pois destruiria o lembrete do Seu poder criador, Sua IMPRESSÃO DIGITAL (Êxodo 20:8-11 – comparar com Apocalipse 14:7).</p>
<p> </p>
<p>           </p>
<p> </p>
<p>Você pode estar pensando: “A Lei é bastante lógica. Mas, e guardar o Sábado? Isso não faz sentido, pois as coisas mudaram. Estamos no século 21!”</p>
<p>Entretanto, a Bíblia afirma que a matemática de Deus é diferente da matemática humana: <strong><em>“Pois quem obedece a toda a Lei, mas tropeça em apenas um ponto, torna-se culpado de quebrá-la inteiramente.” </em></strong>Tiago 2:10.<strong><em> </em></strong></p>
<p>      Isso significa que:</p>
<ul>
<li>Enquanto na matemática humana, 10-1=9;</li>
<li>Na matemática divina, 10-1=0!</li>
</ul>
<p>Deus já sabia que a humanidade se esqueceria dEle como Criador e que Darwin apareceria tentando destruir as marcas da Sua criação. Por isso, Ele deixou na natureza evidências da Sua existência (Romanos 1:18-23). Podemos encontrar, por todos os lados, a impressão digital do Criador: o número 7, o Sábado, o sétimo dia.</p>
<p>Embora homens tenham mudado o dia de guarda do sábado para o domingo, Deus adverte severamente os que mudarem a Bíblia: <strong><em>“E, se alguma pessoa tirar alguma coisa das palavras proféticas deste livro, Deus tirará delas as bênçãos descritas neste livro, isto é, a sua parte da fruta da árvore da vida e também a sua parte da Cidade Santa.”</em></strong>Apocalipse 22:19.</p>
<p>Ao concluirmos, podemos dizer que o fato de guardar o Sábado não salvará ninguém, porque <em>“<strong>pela graça sois salvos, por meio da fé, isto não vem de vós, é dom de Deus”. </strong></em>Efésios 2:8. A SALVAÇÃO foi e sempre será pela GRAÇA, mediante a FÉ. Entretanto, as obras são o resultado de termos sido salvos (Efésios 2:10) e, por isso, o Deus da graça quer ser adorado no dia especial que Ele determinou.</p>
<p>Se alguém pensa que é ultrapassado guardar o sábado em pleno século 21, saiba que nunca foi tão atual, nem tão necessário lembrar que Deus é o Criador. Deus tem um convite muito especial ao homem pós-moderno: <strong><em>“&#8230;temam a Deus e glorifiquem-no, pois chegou a hora do seu juízo. Adorem aquele que fez os céus, a terra, o mar e as fontes das águas” </em></strong> Apocalipse 14:7.</p>
<p>Deus não só espera que guardemos o Sábado hoje, mas anuncia que aqueles que o fazem, continuarão pela eternidade: <strong><em>“E será que desde uma lua nova até à outra, e desde um sábado até o outro, virá toda a carne a adorar perante mim, diz o Senhor.” </em></strong>Isaías 66:23 – ARA.</p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<hr size="1" /><a href="http://www.sabado.org/wp-includes/js/tinymce/plugins/paste/pasteword.htm?ver=3241-1141#_ftnref1">[1]</a> John Eck, Enchiridion of Commonplaces of John Eck Against Luther and Other Enemies of the Church, trad. F. L. Battles, 2a. ed. (Grand Rapids, Michigan: Calvin Theological Seminary, 1978), 8v, pág. 13.</p>
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