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	<title>Sabado &#187; Criacionismo</title>
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	<description>Um dia de Esperança</description>
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		<title>Cérebro tem banda larga interna</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 16:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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Uma nova tecnologia ligada a uma importante descoberta, pode abrir amplas janelas para entender o funcionamento do cérebro. No fim do ano passado foi anunciada a descoberta de circuitos de [...]]]></description>
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<p><img class="alignleft size-full wp-image-569" title="brain-sabado" src="http://www.sabado.org/wp-content/uploads/2010/02/brain-sabado.jpg" alt="" width="200" height="195" />Uma nova tecnologia ligada a uma importante descoberta, pode abrir amplas janelas para entender o funcionamento do cérebro. No fim do ano passado foi anunciada a descoberta de circuitos de neurônios especiais que podem trafegar dados em velocidades até 3 mil vezes maiores que a rapidez normal entre certas áreas do cérebro. O mais surpreendente é que esses circuitos estão em áreas que até recentemente se consideravam inúteis no cérebro. Tradicionalmente os cientistas concentraram seus estudos no mapeamento e funcionamento dos neurônios, as principais células nervosas, tentando monitorar como elas disparam potenciais elétricos que conduzem mensagens ao longo do seu corpo e liberam neurotransmissores químicos nos pontos de contatos com outros neurônios.</p>
<p>Os neurônios estão principalmente no que se chama &#8220;massa cinzenta&#8221; que ocupa a metade do volume do cérebro. A outra metade, chamada de &#8220;massa branca&#8221; é constituída de longos filamentos com poucos neurônios.</p>
<p>Pouquíssimo se sabia da função dessa massa branca, que se parece uma cabeleira de filamentos isolados por uma substância gordurosa isolante chamada mielina. Sabia-se que danos nesse encapamento de mielina, quando rompido por doenças, pode ser uma das causas do mal de Alzheimer, assim como fios elétricos desencapados podem causar curtos-circuitos danosos.</p>
<p>O que se descobriu recentemente é que as longas fibras brancas desempenham um papel importante na transmissão de informações dentro do cérebro. Essas fibras, aparentemente, funcionam como se fossem conexões de banda larga popularizadas na Internet. George Bartzokis, professor de psiquiatria da Universidade da Califórnia, explica as recentes descobertas na edição de dezembro da <em>Technology Review</em>: &#8220;Graças às camadas de isolamento que impedem a fuga de impulsos elétricos, as fibras com mielina podem mandar sinais aproximadamente 100 vezes mais rápidas que as não isoladas. A mielina também faz transmissão de mais informações por segundo, reduzindo o tempo de espera entre sinais. Com isso os neurônios blindados por mielinas podem processar 3 mil vezes mais informações. Isso é crucial para a fala e processamento da linguagem,&#8221; diz Bartzokis.</p>
<p>[Se você tiver tempo e se interessar pela leitura do restante do texto, <a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=573ENO003" target="_blank">clique aqui</a>.]</p>
<p>Três trechos me chamaram a atenção de maneira especial:</p>
<p>&#8220;Os neurônios formam conexões que lembram rios correndo numa planície, seguindo leitos de menor resistência. &#8230; esses caminhos, pela experiência e aprendizado, acabam formando feixes densos em direções predominantes. O reforço de conexões muito usadas acaba alterando sua forma, da mesma maneira que músculos muito exercitados ficam mais fortes e definidos.&#8221; [Isso quer dizer que aquilo que lemos, assistimos, ouvimos, pensamos acaba "moldando" o cérebro e tornando mais fácil ou mais difícil pensar de determinada maneira. "Pela contemplação somos transformados", já dizia Ellen White, há um século.]</p>
<p>&#8220;Seres humanos têm mais de 100 bilhões de neurônios que fazem entre eles mais de 100 trilhões de conexões, as chamadas sinapses. Para se ter ideia da complexidade, um dos dispositivos mais complicados produzidos pela tecnologia, o microprocessador Intel duocore mais avançado tem apenas 400 milhões de transistores, os equivalentes aos neurônios.&#8221;</p>
<p>&#8220;O cérebro é essencialmente um computador que cria sua fiação durante o desenvolvimento e que pode refazer seus circuitos&#8221;, explica Sebastian Seung, um neurocientista computacional do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).</p>
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		<title>O mito da Terra plana</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 16:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[terra plana]]></category>

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O livro Inventando a Terra Plana (São Paulo: Editora Unisa, 1999), de Jefrey Burton Russel, historiador e pesquisador da Universidade da Califórnia, mostra convincentemente que a ideia da Terra plana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.sabado.org/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/564.jpg&amp;w=60&amp;h=&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-566" title="sabado-terraplana" src="http://www.sabado.org/wp-content/uploads/2010/02/sabado-terraplana.jpg" alt="" width="140" height="200" />O livro <em><a href="http://www.scb.org.br/livros/TerraPlana.htm" target="_blank">Inventando a Terra Plana</a></em> (São Paulo: Editora Unisa, 1999), de Jefrey Burton Russel, historiador e pesquisador da Universidade da Califórnia, mostra convincentemente que a ideia da Terra plana foi uma elaboração mais ou menos recente. Embora hoje se saiba que os europeus renascentistas tenham supervalorizado a ideia de que houve um período de mil anos de trevas intelectuais entre o mundo clássico e o moderno, Russel acredita que o erro da Terra plana não havia sido incorporado à ortodoxia moderna antes do século 19. “[Russel] descobriu o fio da meada nos escritos do americano Washington Irving e do francês Antoine-Jean Letronne [responsáveis pela posterior propagação do mito da Terra plana]. Mas sua disseminação no pensamento convencional ocorreu entre 1870 e 1920, como consequência da ‘guerra entre a ciência e a religião”, quando para muitos intelectuais na Europa e nos Estados Unidos toda religião tornou-se sinônimo de superstição e a ciência tornou-se a única fonte legítima da verdade. Foi durante os últimos anos do século 19 e os primeiros anos do século 20 que a viagem de Colombo tornou-se então um símbolo amplamente divulgado da futilidade da imaginação religiosa e do poder libertador do empirismo científico. &#8230; os pensadores medievais, da mesma forma que os clássicos que os antecederam, criam na redondeza da Terra” (p. 10).</p>
<p>Irving (1783-1859) retocou a história para parecer que a oposição à viagem de Colombo se deveu ao pensamento de que a Terra fosse plana . Isso foi provado falso. A oposição se deveu, na verdade, à preocupação com a distância que os navegadores teriam que percorrer. A esfericidade da Terra não foi tema de discussão naquela ocasião.</p>
<p>O fato é que nem Cristóvão Colombo, nem seus contemporâneos pensavam que a Terra fosse plana. Não há uma referência sequer nos diários do navegador (e de outros exploradores) que levante a questão da redondeza da Terra, o que indica que não havia contestação alguma a esse respeito, na época. Assim, segundo Russel, é comum a regra de Edward Grant de que no século 15 não havia pessoas cultas que negassem a redondeza da Terra. No entanto, esse mito permanece até hoje, firmemente estabelecido com a ajuda dos meios de comunicação e dos livros didáticos. Com que interesse?</p>
<p>Para Russel, o mito da Terra plana pode ser rastreado até o século 19, especialmente a partir de 1870, à medida que autores de livros-textos se envolveram na controvérsia em torno do darwinismo. “No início do século [20] a força dominante subjacente ao erro [da Terra plana] foi o anticlericalismo do Iluminismo no seio da classe média na Europa, e o anticatolicismo nos Estados Unidos” (p. 35).</p>
<p>Antes disso, na <em>Divina Comédia</em>, o poeta Dante Alighieri (1265-1321) já apresentava o conceito de uma Terra redonda. Os filósofos escolásticos, incluindo o maior deles, Tomás de Aquino (1225-1275), conhecedores de Aristóteles, igualmente afirmavam a esfericidade da Terra.</p>
<p>No entanto, como os escolásticos e filósofos medievais se baseavam em Aristóteles e este defendia a esfericidade da Terra, os iluministas tiveram que arranjar outros referenciais para dizer que o mito se baseava neles. E os encontraram em Lactâncio (245-325 d.C.) e Cosme Indicopleustes, autor de <em>Topografia Cristã </em>(escrito entre 547 e 549 d.C.). Só que, segundo Russel, Lactâncio tinha ideias muito estranhas sobre Deus e não foi levado em consideração na Idade Média (na verdade, foi considerado herege) – até que os humanistas da Renascença o “ressuscitassem”, apregoando sua suposta influência. Indicopleustes, partindo de escritos de filósofos pagãos e interpretando erroneamente textos bíblicos poéticos, defendeu a ideia da Terra plana. Era ignorado, ao invés de seguido.</p>
<p>Detalhe: a primeira tradução de Cosme para o latim não foi feita senão em 1706. Portanto, como poderia ele ter tido influência sobre o pensamento ocidental medieval?</p>
<p>Russel arremata:</p>
<p>“[Lactâncio e Cosme] foram símbolos convenientes a serem uados como armas contra os antidarwinistas. Em torno de 1870, o relacionamento entre a ciência e a teologia estava começando a ser descrito através de metáforas bélicas. Os filósofos (propagandistas do Iluminismo), particularmente [David] Hume, haviam plantado uma semente ao implicar que estavam em conflito os pontos de vista científicos e cristãos. Augusto Comte (1798-1857) havia argumentado que a humanidade estava laboriosamente lutando para ascender em direção ao reinado da ciência; seus seguidores lançaram o corolário de que era retrógrado tudo o que impedisse o advento do reino da ciência. Seu sistema de valores percebia o movimento em direção à ciência como ‘bom’, de tal forma que o que atrapalhasse esse movimento era ‘mau’. (&#8230;) O erro [da Terra plana] foi, desta forma, incluído no contexto de uma controvérsia muito maior – a alegada guerra entre ciência e religião” (p. 67, 77).</p>
<p>O próprio Copérnico, no prefácio de seu clássico trabalho <em>De Revolutionibus</em>, usou Lactâncio para ilustrar como a ignorância dos opositores à ideia da Terra esférica era comparável à dos que insistiam no geocentrismo. Curiosamente, Copérnico não diz que Lactâncio era típico do pensamento medieval. Esse prefácio foi enviado para o papa a fim de obter aprovação eclesiástica. Copérnico não atacaria Lactâncio e sua ideia da Terra plana, se a igreja estivesse de acordo com esse pensamento. O problema, como já vimos, teve que ver com o geocentrismo aristotélico versus heliocentrismo, e não com o formato da Terra.</p>
<p><em>Michelson Borges</em></p>
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		<title>No Princípio Deus</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 12:31:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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Um cientista famoso (alguns dizem que foi Bertrand Russell), certa vez, fez um discurso público sobre astronomia. Ele descreveu como a terra orbita ao redor do sol e como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.sabado.org/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/452.jpg&amp;w=60&amp;h=&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<h1> <a rel="attachment wp-att-457" href="http://www.sabado.org/sabado-da-criacao/arvores_1024-2/"><img class="size-medium wp-image-457 alignleft" title="arvores_1024" src="http://www.sabado.org/wp-content/uploads/2010/02/arvores_10242-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></h1>
<div>Um cientista famoso (alguns dizem que foi Bertrand Russell), certa vez, fez um discurso público sobre astronomia. Ele descreveu como a terra orbita ao redor do sol e como o sol, por sua vez, orbita ao redor de uma vasta coleção de estrelas conhecidas como a nossa galáxia.</div>
<p>Gordon Bietz </p>
<p><strong>Introdução</strong></p>
<p>Um cientista famoso (alguns dizem que foi Bertrand Russell), certa vez, fez um discurso público sobre astronomia. Ele descreveu como a terra orbita ao redor do sol e como o sol, por sua vez, orbita ao redor de uma vasta coleção de estrelas conhecidas como a nossa galáxia. No final do discurso, uma velhinha, sentada no fundo da sala se levantou e disse:</p>
<p>- O que você acabou de dizer é tolice. O mundo, na verdade, é um prato raso apoiado em cima de uma tartaruga gigante.</p>
<p>O cientista deu um sorriso arrogante antes de replicar:</p>
<p>- E onde a tartaruga está se apoiando?</p>
<p>- Você é muito esperto, meu jovem, muito esperto! &#8211; disse a velhinha, &#8211; Tem uma tartaruga embaixo da outra, até lá em baixo!</p>
<p>Existe uma infinidade de idéias sobre o porquê e como estamos aqui na terra. Idéias que vão de &#8220;tartaruga até lá em baixo&#8221; à criação de Deus. A história das tartarugas foi tirada do livro &#8220;A Brief History of Time&#8221; (Uma Pequena História do Tempo) escrito alguns anos atrás por Steven Hawking, o famoso físico teórico. Era uma descrição popularizada de algumas das implicações da mecânica quantum.</p>
<p>Na introdução do livro, Carl Sagan diz: &#8220;Este também é um livro sobre Deus&#8230; ou talvez sobre a ausência de Deus. A palavra Deus preenche estas páginas. Hawking está tentando, como declara explicitamente, compreender a mente de Deus.</p>
<p>As pessoas que estão explorando a existência de Deus não são apenas filósofos e teólogos, mas também cientistas. Ao repelirem as extremidades do Universo físico, chocam-se com a questão das origens.</p>
<p>No capítulo final do livro, Steven Hawkins repete a questão: &#8220;Nos encontramos em um mundo desorientador. Queremos fazer sentido do que vemos ao nosso redor e perguntar: Qual é a natureza do Universo? Qual é o nosso lugar nele e de onde viemos? Por que ele é do jeito que é?&#8221; p. 171</p>
<p>Teorias científicas como o big bang são tentativas de responder à pergunta das origens. De onde viemos? Todo aquele que tem um senso de identidade pessoal confronta a pergunta: &#8220;De onde vim?&#8221; E as conclusões alcançadas cobrem o espectro da cegonha a Deus.</p>
<p>A pergunta das origens é feita por criancinhas: &#8220;De onde vim, mamãe?&#8221; Dando então oportunidade para a conversa dos &#8220;passarinhos e abelhas&#8221; ou se você não estiver disposto &#8220;a conversa da cegonha&#8221;.</p>
<p>A pergunta &#8220;quem sou eu&#8221; e &#8220;de onde vim&#8221; tem sido feita pela humanidade desde o começo da história registrada. E muitas vozes hoje, buscam responder a essa pergunta. De Shirly McLaine, ao Mormonism, à evolução natural, à reencarnação.</p>
<p>A maioria das vezes que visita um parque estadual, museu, ou exposição de evidência arqueológica você é confrontado com esta questão, ao ler:</p>
<p>&#8220;Um milhão de anos atrás&#8221;</p>
<p>&#8220;Dez milhões de anos atrás&#8221;</p>
<p>&#8220;Quinhentos mil anos atrás&#8221; </p>
<p><strong>A Criação</strong></p>
<p>Uma das crenças fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia.</p>
<p>Como abordamos a este assunto? De muitas maneiras.</p>
<p>1. Posso ridicularizar qualquer pessoa que acredita que veio do macaco.</p>
<p>Temos a tendência de ridicularizar aquilo que não somos capazes de racionalmente argumentar contra. Se você não pode responder aos argumentos, então os exponha ao ridículo.</p>
<p>O juiz da suprema corte americana, William R. Overton, que declarou que a lei do criacionismo de Arkansas era inconstitucional recebeu ameaças de morte e muitas cartas, uma das quais incluía a figura de um macaco, com o comentário: &#8220;pode pendurá-la em seu escritório e mostrar a todos quão orgulhoso você é dos seus familiares.&#8221;</p>
<p>Não é uma abordagem muito produtiva. Não leva as pessoas ou suas idéias a sério. Reflete uma pessoa que tem muito medo do que acredita.</p>
<p>2. Posso procurar lhe dar todo o argumento científico que encontrar para acreditar na criação.</p>
<p>Ex. 2<sup>a</sup> lei da termodinâmica:</p>
<p>- As coisas tendem à desordem em vez de ordem. (Nossa esposa pode testemunhar sobre isto).</p>
<p>Talvez seja uma abordagem útil, mas, na verdade não sou a pessoa qualificada para isto.</p>
<p>3. Posso revisar toda informação bíblica que apresenta Deus como criador. Com certeza tenho mais experiência para fazer esta apresentação.</p>
<p>Deus é apresentado como Criador de Gênesis ao Apocalipse. Tenho certeza que seria interessante, mas não nos ajudaria a confrontar a questão do evolucionismo.</p>
<p>4. Poderia relacionar problemas encontrados na teoria da evolução.</p>
<p>Ex.: Elos perdidos, geração espontânea, ou até mesmo matéria da não matéria, desenvolvimento de animais de sangue frio vs. Quente.</p>
<p>É bom ver falhas nos argumentos da oposição, mas poderia fazer com que alguns se sentissem indevidamente convencidos.</p>
<p>Alguns de vocês podem estar pensando que se continuar neste passo vou preencher todo o tempo do sermão falando para vocês o que <strong>não</strong> vou fazer.</p>
<p>Considerando que eu não sou um professor de ciências, o que prefiro fazer é:</p>
<p>1.       Conversar resumidamente sobre a história da ciência e religião e como se relacionam uma com a outra.</p>
<p>2.       Considerar o ensino da criação como uma doutrina de fé.</p>
<p><strong>História</strong></p>
<p>No início da história da civilização qualquer coisa não compreendida era atribuída à intervenção milagrosa de Deus ou uma força vital misteriosa atribuída a Deus. Tudo era um milagre.</p>
<p>O homem através de observação e experimento começou a questionar. William Harvey descobriu que o sangue circulava pelo corpo como resultado de contração muscular e foi uma grande explosão, para alguns, corroendo o poder de Deus.</p>
<p>A química ficou conhecida como uma das &#8220;sete artes diabólicas&#8221;, porque estava explicando a razão, a causa das coisas e então, Deus não era a causa. As pessoas eram chamadas de infiéis e ateístas quando explicavam as coisas por leis naturais.</p>
<p>Quando Roger Bacon, no século 13, explicou o arco-íres como resultado da refração da luz, foi condenado &#8220;por causa de certas inovações suspeitas&#8221;. Logicamente, o arco-íres era um sinal de Deus e não poderia, portanto resultar de uma lei natural.</p>
<p>Havia oposição quanto a colocar &#8230;.. porque estaria &#8220;tentando controlar a artilharia do céu&#8221;.</p>
<p>E quando Copernicus sugeriu a rotação da terra e o fato de que o sol não era o centro do Universo, o Papa Paulo V decretou que &#8220;a doutrina do movimento duplo da terra ao redor de seu eixo e ao redor do sol é falsa, e completamente contrária às Sagradas Escrituras&#8221;.</p>
<p>Você pode perguntar: qual texto bíblico?</p>
<p>Salmo 93:1 diz: &#8220;Firmou o mundo, que não vacila.&#8221;</p>
<p>A religião tem frequentemente caído na armadilha de afirmar mais do que a Bíblia requer.</p>
<p>Ex:. A terra é o centro do universo.</p>
<p>A Bíblia não exige esta crença. Podemos cair na mesma armadilha hoje. No início dos anos 60, alguns diziam &#8220;com autoridade bíblica&#8221; que o homem nunca chegaria à lua.</p>
<p>Não precisamos dizer que Adão foi criado às 9:00 AM no dia 23 de outubro de 4004 BC, como o arcebispo Usher. A Bíblia não exige isto, ou que a terra tem exatamente 6,000 anos. A Bíblia também não exige a fixidade de espécies.</p>
<p>Uma das razões pela qual Darwin expandiu a idéia da evolução foi porque a igreja na época tomou textos bíblicos para explicar que as espécies eram fixas. Basearam-se na declaração de Gênesis &#8220;à Sua imagem&#8221;. Darwin entrou no campo e simplesmente descobriu que não era verdade.</p>
<p>Devemos ser cuidadosos para não fazer a Bíblia dizer mais do que realmente diz. A Bíblia não um pedaço de literatura científica. Isto não significa que o que ela diz não é compatível com a verdadeira ciência, mas significa que não devemos exigir demais de um livro que foi escrito em uma era diferente em um idioma diferente.</p>
<p>A mensagem que obtemos da Bíblia não é primariamente científica, mas salvífica. Seu foco está na história da salvação.</p>
<p><strong>Ciência como uma Religião</strong></p>
<p>Para alguns hoje, a ciência está se tornando uma religião alternativa, um tipo de ciência humanística como um deus. A ciência dá ao homem o sentimento onipotente de ele que pode fazer qualquer coisa.</p>
<p>Ex: Voei para lua ontem, voarei para Marte amanhã.</p>
<p>A ciência genética dá o poder semelhante ao divino de produzir geneticamente alimentos projetados ajustados aos genes humanos para prevenir doenças. As múltiplas bênçãos da ciência não estão em nossos lares e escritórios.</p>
<p>Há uma tendência natural de dar crédito ou crença a aquilo que de modo dramático melhorou a nossa vida. Então como podemos viver como um povo de fé em um mundo científico?</p>
<p>A questão das origens realmente requer fé, tanto na ciência como na teologia.</p>
<p><strong>FÉ</strong></p>
<p>O fato é, ninguém de nós estava por aqui quando tudo começou.</p>
<p>Quer nossas explicações sejam um lixo espacial ou uma tartaruga gigante, um big bang, um Deus criador, ou uma teoria das cordas cósmicas (superstring), todas as idéias que possamos ter não são apoiadas por evidência observacional, nem o evento pode ser duplicado em um laboratório.</p>
<p>A única maneira de saber o que aconteceu é pela fé. Fé tanto na teoria da tartaruga, na teoria da evolução natural, na teoria do Deus criador, o seja lá o que for. De um ou outro modo vamos pela fé.</p>
<p>E quanto à matemática? Não existe fé nela!</p>
<p>Como John Polkinhourne diz em seu livro sobre a discussão de alguns dos teoremas de Godel, &#8220;Mesmo o exercício da matemática envolve um ato de fé&#8221;. P. 25. Então eu escolho aceitar pela fé o relato da criação que lemos na Bíblia.</p>
<p>Salmos 33:6: &#8220;Mediante a palavra do Senhor foram feitos os céus.&#8221; (NVI)</p>
<p>Isto não quer dizer que serei cego ao que acontece no mundo da ciência, quer dizer, porém, que não vou me assentar em alfinetes e agulhas esperando para ver que impacto um laboratório descobrirá que terá sobre a minha fé em Deus.Eu me sinto desconfortável em basear minha fé em Deus como Criador em recentes argumentos científicos desenvolvidos pela Geociência, Pesquisa da Criação ou qualquer corpo científico.</p>
<p>Isto não quer dizer que pesquisas cuidadosas feitas por cientistas cristãos sobre evidências da criação não sejam úteis, mas quer dizer que não estou pronto a fazer com que minha fé em um Deus Criador dependa do que eles descobrem.</p>
<p>Vou me colocar agora em uma posição vulnerável.</p>
<p>O que a ciência pode descobrir que poderia destruir a minha fé em um Deus Criador. Nada!</p>
<p>Se eles criassem um pessoa em um tubo de ensaio e descobrissem o mecanismo para dar vida de matéria inorgânica ainda assim não provaria que o homem não foi criado por um Deus de amor. Na verdade, se uma pessoa fosse criada em um tubo de ensaio, estaria mais ou menos demonstrando um dos possíveis meios pelos quais Deus criou o homem originalmente. Não vou provar a minha fé em Deus em um laboratório.</p>
<p>Posso olhar para outra pessoa e ver:</p>
<p>Um acúmulo de átomos,</p>
<p>Um sistema bioquímico em interação com o meio-ambiente,</p>
<p>Um espécime de homo sapiens,</p>
<p>Um objeto de beleza,</p>
<p>Um irmão,</p>
<p>Alguém por quem Cristo morreu.</p>
<p>É uma pessoa completa e olho a aquela pessoa de maneira diferente em diferentes momentos.</p>
<p>Não podemos ser como Michael Faraday, o grande físico experimentalista do século 19. Ele era um cristão comprometido e nos é dito que quando entrava em seu laboratório, esquecia a sua religião e quando novamente saia, esquecia a sua ciência.</p>
<p>Não podemos separar os dois mundos da ciência e da fé. Vivemos em um mundo e a ciência e a teologia exploram diferentes aspectos dele. Existe uma realidade além das ferramentas do método científico.</p>
<p>Efésios 6:12 &#8220;Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados</p>
<p>e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do</p>
<p>mal, nas regiões celestes.&#8221; (RA) </p>
<p>Muito mais acontece no Universo do que pode ser colocado em um tubo de ensaio ou sob um microscópio. É como tentar compreender: Um mundo tridimensional quando você vive em um mundo dimensional, ou um mundo dimensional quando você vive em um mundo tridimensional.</p>
<p>Existem coisas que não podem ser explicadas por métodos científicos: Amor, beleza e moralidade &#8211; senso do que é certo e errado.</p>
<p>A fé não um passo no escuro, mas um passo na luz. É uma maneira de conhecer as coisas que não podem ser conhecidas através de uma experiência em um tubo de ensaio.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Conclusão</strong></p>
<p>Você já ouviu a expressão, &#8220;Bem, você os compreenderia se soubesse de onde vieram&#8221;.</p>
<p>É um modo de explicar o comportamento de algumas pessoas. Está sugerindo que se você entendesse o passado deles, não seria tão rápido em julgar seu comportamento. Saber de onde você veio tem muito que ver com o modo como você se enxerga. Nada é mais importante para o senso de identidade de uma pessoa como seu senso de origem, sua família.</p>
<p>Quando você se conhece alguém, você normalmente pergunta de onde ele vem para ter uma noção de quem são. O lugar de onde vim tem muito que ver com quem eu sou. A doutrina da Criação é um ensinamento que me diz quem eu sou.</p>
<p>Certo dia, perguntei à minha filha:</p>
<p>- Quem é você?</p>
<p>- Julie, &#8211; ela disse.</p>
<p>- Mas quem é a Julie? &#8211; eu importunei.</p>
<p>- Eu, &#8211; ela disse um pouco confusa.</p>
<p>- Quem é você?</p>
<p>- Julie, &#8211; ela disse. E à medida que eu continuei a pressioná-la ela finalmente disse irritada:</p>
<p>- Eu sou sua filha!</p>
<p>Esta é quem ela é &#8211; ela é minha filha. É lá que ela encontra a sua identidade.</p>
<p>A doutrina da criação nos provê a nossa identidade máxima, pois encontramos nossa mais profunda herança em nossa crença em um Deus Criador.</p>
<p>Criado à imagem de Deus.</p>
<p>Quem sou eu?</p>
<p>Um filho de Deus.</p>
<p><strong>Bênção</strong></p>
<p>&#8220;Ao Rei eterno, o Deus único, imortal e invisível, sejam honra e glória para todo o sempre. Amém&#8221; (1 Timóteo 1:17, NVI).</p>
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		<title>Biorritmo e o sétimo dia</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 12:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Algo ocorre em nosso corpo em certas circunstâncias no sétimo dia do evento, seja uma cirurgia, transplante ou liberação de hormônios.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.sabado.org/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/441.jpg&amp;w=60&amp;h=&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p><a rel="attachment wp-att-443" href="http://www.sabado.org/biorritmo-e-o-setimo-dia/biorritimo-sabado/"><img class="alignleft size-medium wp-image-443" title="biorritimo-sabado" src="http://www.sabado.org/wp-content/uploads/2010/02/biorritimo-sabado-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>A ciência está ampliando o conhecimento sobre biorritmos. Sabe-se que para várias funções orgânicas existe o que cientistas chamam de “Ritmo do Sétimo Dia”. Algo ocorre em nosso corpo em certas circunstâncias no sétimo dia do evento, seja uma cirurgia, transplante ou liberação de hormônios.</p>
<p>Dr. Halberg do Laboratório de Cronobiologia da Universidade de Minesota, nos Estados Unidos, é um líder na pesquisa de biorritmo naquele país. Em colaboração com outros cientistas de várias nações ele documentou o Ritmo do Sétimo-Dia no ser humano (Halberg F., and E. Halberg. Conceptualization and Validation of a Circaseptenary Clinospectral System. Abstracts, Second International Conference on Immunopharmacology, Sheraton Park, Washington, D.C., July 5-10, 1982, 340-341).</p>
<p>Monitoraram os batimentos cardíacos de um homem durantes vários meses enquanto ele permanecia em um ambiente totalmente isolado com todas as condições controladas e nada do mundo exterior poderia interferir com seus ritmos internos corporais. Quando os dados foram analisados, seu coração mostrou claramente um Ritmo do Sétimo Dia (McCluskey, E.S. Light-Dark Cycle Entrainment of Circadian Rhythms in Man. The Biologist 65:17-23, 1983).</p>
<p>Usando-se poderosos métodos de computadores, um grupo de cientistas analisou cuidadosamente modelos de produção de hormônios esteróides coletados da urina de um homem saudável durante um período de 15 anos. Os resultados das análises hormonais mostraram que a excreção desses hormônios também ocorria num Ritmo do Sétimo Dia (Halberg, F., M. Engeli, C. Hamburger, et al. Spectral Resolution of Low-Frequency, Small-Amplitude Rhythms in Excreted 17-Ketosteroids; Probably Androgen-inducced Circaseptan Desynchronization. Acta Endocrinológica. Suppl. 103:5-53, 1965).</p>
<p>Outro grupo de pesquisadores estudou mais do que 70 homens jovens que tiveram um ou mais dentes molares extraídos. Cada dia após a cirurgia, suas faces e maxilares foram medidos cuidadosamente. É de se supor que o edema (inchação) na face diminuiria nos próximos dias após a cirurgia para a extração dos dentes. Mas isso não ocorreu. Verificou-se a presença de um Ritmo do Sétimo Dia quanto à inchação local (Pollman, L. and G. Hildebrandt. Long-Term Control of Swelling After Maxillo-Facial Surgery: A Study of Circaseptan Reactive Periodicity. Inter. J. Chronobiology, 8:105-114, 1982).</p>
<p>Observou-se também que em várias cirurgias de transplante de rim ocorre este ritmo de sete dias, já que se verificou que a rejeição ocorria após sete dias da operação (De Vecchi, A., F.Halberg, R.B. Sothern, et al. Circaseptan Rhythmic Aspects of Rejection in Treated Patients with Kidney Transplants. Inter. J. Chronobiology, 5:432, 1978).</p>
<p>Esse tipo de biorritmo é chamado de “circaseptano”, também encontrado em macacos, cachorros, ratos e outros organismos. Isso parece revelar que o Ritmo do Sétimo Dia é um mecanismo normal existente na fisiologia de organismos vivos.</p>
<p>Alguns cronobiologistas crêem que esse tipo de biorritmo – o do sétimo dia – pode revelar que os organismos precisam de uma certa pausa como um estímulo para seguirem vivendo.</p>
<p>Durante a Revolução Francesa (1789-1799), cientistas seculares tentaram revolucionar a semana de sete dias, instituindo uma semana de dez dias. Foi um caos. O matemático e senador La Place teve um papel importante em restaurar o modelo anterior dos sete dias na semana. Simplesmente não funcionou!</p>
<p>Na Bíblia, em Gênesis capítulo 2, versículos 1 a 3, está escrito: “Assim os céus, a<br />
terra e todo o seu exército foram acabados. E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.”</p>
<p>E Moisés, pioneiro em medicina preventiva e melhoras sociais, escreveu: “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou” (Êxodo 20:8-11). Aliás, este é o quarto mandamento da Lei de Deus. O único que descreve quem é o Deus dos outros nove mandamentos.</p>
<p>Que paralelo fantástico entre as Escrituras Sagradas e a moderna ciência! Sabemos hoje que um dos componentes para redução do estresse é o descanso semanal, a ênfase na importância da dimensão espiritual do ser humano e as práticas naturais de saúde. Jesus foi totalmente científico quando disse: “O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Marcos 2:27). Ele falava desse biorritmo há 2 mil anos, e do amor de Deus em preparar um dia de descanso, de reflexão, de serviço espiritual especial e de culto ao Criador dos céus e da Terra.</p>
<p>(Bernell Baldwin, Ph.D., professor de neuro-fisiologia e fisiologia aplicada no Wildwood Lifestyle Center and Hospital, pesquisador e articulista do The Journal of Health and Healing. <a href="http://www.wildwoodlsc.org">www.wildwoodlsc.org</a>)</p>
<p><a href="http://www.criacionismo.com.br">www.criacionismo.com.br</a></p>
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